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Abro os jornais ou acesso a rede mundial de computadores, tanto faz, e a esmagadora maioria dos escritores e colunistas que por lá deitam falação insiste nas eleições gerais de 2018 como a solução inevitável para retirar o Brasil desta vexaminosa situação moral e econômica que o País atravessa.

Pouquíssimas vezes de forma direta e quase sempre de maneira indireta e dissimulada, nossos “deformadores de opinião” do dia a dia tramam no sentido de que nada mude na vida do cidadão trabalhador de todas as camadas sociais.

Tem esquerdinha esperto reverberando pensamentos de professor vermelhinho que incansavelmente alardeia os índices de intenção de votos favoráveis a Lula para presidente, escondendo os 67% de sua rejeição, para concluir que, sem a participação do “Analfa de Garanhuns”, o pleito estaria marcado pela ilegitimidade.

Tem cronista cevado pelas bolsas ditaduras da vida, martelando, de variadas maneiras, que se o petista sem escrúpulos concorrer à presidência da república há que se arregimentarem as esquerdas de todas as tendências ou matizes, objetivando derrotar qualquer candidato liberal, conservador e cristão, por melhor que ele seja.

Também fico curioso e ensimesmado questiono a razão pela qual, depois de tudo que se sabe do apenado Lula e de sua enorme quadrilha, ainda se teime em chamá-lo de ex presidente. O poderoso chefe do mensalão e do petrolão, aliás, o mais corrupto da história do Brasil, quiçá do mundo já foi presidente, mas agora é só um ladrão condenado. Trata-se de um bandido puxando nove anos e meio de cadeia e ponto final. Que história ridícula é esta de “senhor ex presidente da república”?

Já vi, também, “afrescalhados” defensores de direitos humanos para meliantes de qualquer grau de periculosidade alardearem que a nossa sociedade estaria linchando publicamente o petulante petista se e quando noticiam seus crimes contra o País.

Ainda outro dia, na grande imprensa, li na coluna diária de uma dessas espertas esquerdopatas, travestida de “perseguida da ditadura”, tida como grande expert em economia, se dar ao desplante de construir um comentário inteiro só para lembrar às sanguessugas dos cofres públicos que foi com Lula que elas ganharam rios de dinheiro. A intenção da “babilaca” ou seu sórdido propósito é de não deixar a banca, os poderosos ou ainda qualquer vendilhão da Pátria se esquecerem de que, se o “Ogro” voltar poderão encher suas burras novamente com a verba pública.

Nada me irrita e me causa mais engulho do que ter que aturar esses socialistas tupiniquins posando de condestáveis da república, os quais, mesmo depois de terem visto o povo vitimado e a Nação desonrada pela classe política abjeta, ainda assim lutam para que a esquerda delinquente permaneça no poder. Recentemente, um desses malditos sociólogos metidos a besta foi dizer nos “States” que o candidato à presidência apoiado pelo pensamento liberal - nunca acusado na Operação Lava Jato, tal qual o pretencioso político - certo dia havia prometido assassiná-lo. É pena que isso não foi verdade, porque alguém poderia vir a cobrar do candidato difamado: “promessa é dívida”.

O interessante é que nunca li nada dessa gente, que considero tão responsável quanto os membros das quadrilhas de Lula, Dilma e Temer pelo caos que o País atravessa, defendendo, por exemplo: 1) os milhares de homens e mulheres vitimados pelo narcotráfico, mas sim o bandido sanguinário e sua família; 2) o policial mal pago e mal equipado morto no combate ao crime organizado e à corrupção; 3) o desvalido que morreu nas filas do SUS; 4) os cidadãos de bem e suas famílias que convivem com as valas negras e as pocilgas que proliferam nas favelas e nas palafitas do País; 5) os professores transformados em sacos de pancadas de uns marginais ou de uns bandidos comuns vestidos com uniforme escolar e quejandos.

Nossa sociedade somente resultou no que havia de bom antes da era desses políticos imundos que há trinta anos dominam nossos governos, porque antigamente as nossas leis, a nossa moral, a nossa formação eram ditadas pelos melhores. Agora, principalmente depois do surgimento do populismo e do petismo, são os piores e os mais rastaqueras que ditam nossas vidas, os nossos costumes, as nossas ideias e tudo insidiosamente massificado pela grande mídia que diariamente envenena a alma do nosso povo.

A coisa é muito mais profunda, o mal está no controle e, o que é o pior, a rigor tudo se esconde tão dissimuladamente que o cidadão de bem nem sabe contra quem lutar. Toda aquela gente se constitui de patifes traiçoeiros, porque essencialmente covardes. Eles jamais dizem, com transparência, o que realmente pretendem. Nunca vi um esquerdista daquele falar, com lealdade: “sou comunista e luto para implantar este regime infame no Brasil”. Nunca vi nem ouvi. É a marca característica da esquerda doente. Duvido que as eleições de 2018 corrijam tal situação e tragam de volta o Brasil de nossos pais e avós. O querido leitor bem sabe disso, sofre com isto e está esperando demais que a sociedade se livre disto, como num passe de mágica.

Certamente que alguém dirá que critico aquela gente com nítido propósito de estrangular o pensamento, tal qual eles procederam relativamente aos liberais. Não é isto e nem é preciso provar que estão errados porque “os Lulas” e “os Zé Dirceus” que conhecemos não estão e nunca estiveram preocupados com seus desmascaramentos moral e ideológico. O que quero dizer é que são maus, perversos, falsos, pérfidos e insidiosos e foi por causa disso que depravaram esta Terra de Santa Cruz.

Assim tenhamos coragem para admitir: Só a Revolução salva! Pois bem, com a Constituição na mão e o Brasil dentro do peito marchemos sobre Brasília e, em cada Estado da Federação, para cima dos governos locais com objetivo de exercer, na forma da Carta Constitucional, o poder que diretamente foi entregue ao povo e lá tomando posse do que nos pertence, esvaziemos as falidas e vendidas instituições dos três poderes da República, em favor dos desmandos, dos privilégios e da corrupção edificadas. Os calhordas fazem pouco e debocham desta possibilidade, mas não perdem por esperar, por que: “Tantas vezes vai o cântaro à fonte, que um dia lá se quebra”

 

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email: bppconsultores@uol.com.br.

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