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Ao responder no plenário do STF e em cadeia nacional às imprecações do Ministro Gilmar Mendes, por ocasião do julgamento da ação penal do Mensalão, o então Ministro Joaquim Barbosa disse, olhando nos olhos do colega e com outras palavras, que ele Gilmar envergonhava e desmoralizava o Judiciário.

Mais recentemente o Ministro Roberto Barroso chamando aquele seu par de psicopata também se referiu à desmoralização que o Ministro Gilmar e outros iguais a ele estariam trazendo para o Supremo Tribunal Federal.

A atual presidente do Supremo Ministra Carmem Lúcia, em pronunciamento com tom de advertência, disse que nossa sociedade estava exausta com a ineficiência das intuições brasileiras e descrente com o STF. Nesta mesma linha, porém mais firme e contundente, a e Corregedora Nacional do Conselho Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon, chegou ao ponto de perguntar publicamente quando a Operação Lava Jato alcançaria os magistrados corruptos e, se querem saber, muito mais se poderia lembrar no que concerne à flagrante desmoralização do Judiciário em face do que vem ocorrendo nos Tribunais Superiores.

Não foram por outras razões que no episódio do “Habeas Corpus” impetrado pelo condenado Lula da Silva, exatamente na noite que antecedeu o dia do julgamento milhares e milhares de patriotas, sem partido ou interesses que não fossem os do País, foram para as ruas, no Brasil inteiro, para aos gritos dizer ao STF que não iam tolerar um possível e provável complô, que se tornou público e notório, que objetivava impedir a prisão do maior e mais perigoso malfeitor da nossa história contemporânea, agora condenado a 12 anos de cadeia e que, em breve, ao cabo de todos seus outros processos, será apenado com quase meio século de reclusão.

Diante daquela manifestação - com ares de indignação e feitio de revolução popular - a esquerda delinquente emudeceu e ao largo passou olhando para o chão. Pensei comigo mesmo: É isso aí, essa esquerda maldita tem que engolir em seco e se esconder acovardada.

Indignado de igual maneira o ilustre Comandante do Exército Brasileiro do alto do prestígio, da credibilidade e da confiança que sua instituição desfruta nesta Nação, disse pela rede mundial dos computadores que ele e seus irmãos em armas estavam vigilantes e atentos para a hipótese de o Supremo trair, mais uma vez, a esperança de nossa gente e os elevados anseios do País para colocá-los por debaixo da vontade da classe política desprezível e abjeta. Não falou de forma tão direta, foi mais doce, mas firme.

Então, como dizem os jovens, a chapa esquentou. Começaram a gritar como uns possessos, não só os lacaios e cativos dos conglomerados da comunicação sócios das verbas oficiais, mas, também, os esquerdopatas, covardes, rancorosos e ainda ressentidos pela surra que levaram em 1964 do povo e dos milicos, tendo que fugir do País com o rabo entre as pernas. Os remanescentes daquela gente desprezível hoje estão homiziados nas quadrilhas de Lula, Dilma e bem representados pelos doentes do PSOL.

Ouvi um deformador de opinião a serviço de um jornalão dizer que o assunto no STF era político (?), jurídico, mas não militar, pelo que então o General Comandante não poderia falar coisa alguma. Vi um desses parlamentares da esquerda ladra e incompetente falar que, mesmo não sendo assecla direto do condenado Lula, estava subindo em seu palanque montado na hora do julgamento e nas cercanias do STF, porque chegou ao conhecimento daquele imbecil a tal fala do militar.

Escutem-me bem seus calhordas e covardes e respondam se puderem: por quais razões os militares não podem se manifestar acerca de qualquer assunto? Acaso não são brasileiros ou são brasileiros de uma classe inferior que lhe devem ser negados os direitos constitucionais, inclusive de liberdade de expressão. Por ventura não são os militares brasileiros que pagam seus impostos e cujas famílias - que não se depravaram ou não prostituíram seus princípios e valores como bem gostaria a corja fundamentalista do PSOL - são constituídas de esposas, filhos e parentes civis como todos nós, que padecem por conta dos roubos e dos desmandos dos políticos patifes?

Nem me venham com o argumento acerca das restrições funcionais previstas nos Regulamentos Militares ou na legislação pertinente. Não é disto que falo e nem o pronunciamento do Comandante infringiu quaisquer das respectivas regras, tanto que seus superiores não o reprovaram. Não sejam cretinos e covardes e confessem que seu ódio e rancor advêm da “dura que levaram pela cara” quando tentaram “cubanizar” o Brasil, porque do contrário não teriam motivo para fazer restrição a uns brasileiros que jamais assaltaram os cofres públicos como fazem os políticos; que não viveram toda vida das mordomias e privilégios arrancados da máquina governamental; que serviram ou se dedicaram ao País como nunca nem um político logrou fazer.

Tanto o jornalista que exibe sua condição de imortal, quanto o deputado do PSOL metido a catão e com cara de anjo barroco decaído, representam eles o continuísmo mais sórdido e sorrateiro porque, além de tudo o mais, estão sempre aliados ao negocismo explorador para fornir suas algibeiras e o caixa de seus patrões.

Além da Igreja Católica não conheço outra instituição mais democrática do que as Forças Armadas. Os militares nunca afrontaram a democracia ou foram empecilho para este regime, muito pelo contrário impediram que a esquerda o substituísse pelo comunismo cruel e incompetente. Assim, ao invés de levantar o nariz para os milicos deveriam abaixar a cabeça quando com estes cruzassem por que é desta forma que bandidos devem ser postar diante dos homens de bem.

Conquanto por convicção não seja um “ser televisivo”, por causa do milagre da comunicação sem peias e sem limites acabou me chegando ao conhecimento que um desses apresentadores de televisão, muito irreverente, ousado e independente, por algumas vezes em seu programa de auditório que o povão adora, aí no passado advertiu os políticos corruptos e os chupins do erário que “os homens dos botões dourados” estavam de olho neles e a tudo que faziam, portanto que tivessem juízo para não vir choramingar depois.

Perguntem ao homem comum. Que importância real têm os políticos e os militares para o Brasil? Qual a classe mais confiável? Quem são os mais preparados? Façamos um experimento. Coloquem numa sala o tal jornalista metido a besta mais o deputado rufião da miséria, e da indigência dos pequenos ou defensor de criminosos, juntamente com o general e a todos apliquem um simples teste de conhecimento de muitas matérias no nível do Ensino Médio e verão quem se sai melhor. Confiram a folha de serviço prestado ao País de cada um deles e decidam quem realmente trabalha. Investiguem o patrimônio dos mesmos, com certeza o do militar, que entregou sua vida à Nação, é significativamente mais modesto que o dos demais.

O povo nas ruas, clamando pelos militares em razão do perigo iminente de se concretizar a trama armada para salvar da prisão o condenado mais perigoso do País foi o suficiente para que as ratazanas da democracia corressem de volta para suas tocas.  Avaliem se nesta hora não tivéssemos o amparo das Forças Armadas.  Enfim toda a esquerda que arrastou o País para a situação vergonhosa que nos encontramos já começou a pagar. Contra o “Ogro de Garanhuns” foi expedido o mandado de prisão. O Brasil não amargará mais esta vergonha perante a comunidade das Nações livres.

Contudo não acabou. Ainda há muito bandido para prender. Os que estão soltos são tão ou mais perigosos que o Lula e estão aliados aos advogados comparsas de corruptos com suas associações profissionais, bem como à banda podre do STF. Toda classe política tem que ser afastada, quer sejam os canalhas quer sejam os covardes e, querem saber o que mais: somente com o povo nas ruas e com os milicos na sua cobertura ao Brasil será concedido o maior, o mais belo e o mais forte dos “habeas corpus”, garantindo a Nação Verde e Amarela o pleno direito de seguir realmente livre e de vir em socorro dos seus filhos mais necessitados.

Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email.: bppconsultores@uol.com.br

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