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25 de Fevereiro de 2018
Não foi apenas o adiamento da reforma da Previdência que derrubou a nota do Brasil pela Fitch, agência de classificação de risco. Também contribuiu na avaliação negativa a declaração do ministro Henrique Meirelles (Fazenda) admitindo pela primeira vez que quer disputar a Presidência. Sua candidatura é má notícia porque ele é considerado um fiador da economia, e isso o forçaria a deixar o cargo em abril.
O ministro da Fazenda afirmou que “contempla” uma candidatura a presidente, mas não é apenas isso. Ele só pensa no assunto.
Henrique Meirelles é o único pré-candidato a agir como candidato oficial. Ao contrário dos demais, ele já tenta contratar um marqueteiro.
Um dos sonhos de Henrique Meirelles é contar como vice com o amigo nordestino José Múcio, ministro do Tribunal de Contas da União.
O Brasil teve nota BB- da Fitch foi em 2004, no governo Lula, mas em viés de alta de B+. Meirelles era o presidente do Banco Central.
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Desde o dia 1º de janeiro os deputados federais torraram quase R$ 10 milhões (R$9,69 milhões) com ressarcimentos do “cotão parlamentar”, que faz o reembolso das despesas dos parlamentares. O Congresso teve recesso oficial entre 20 de dezembro e 8 de fevereiro, mais 12 dias de folga de Carnaval. Retomaram os trabalhos só no dia 19 de fevereiro. Senadores gastaram R$ 353.619,41 no mesmo período.
Nos 60 dias de 2018, quando o Congresso não funcionou, deputados e senadores tiveram R$10,1 milhões ressarcidos com o “cotão”.
Somente no ano passado, a “cota parlamentar” usou R$ 242,2 milhões dos contribuintes para ressarcir as despesas de suas excelências.
Eleitos em 2014, deputados (e mais os senadores) usaram R$ 727,7 milhões do “cotão parlamentar” nos últimos 37 meses.
O presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) vai reunir líderes da Câmara para debate sobre segurança pública. Apesar da intervenção, o tema não é prioridade: a reunião será na terça para manter a folga da segunda.
O Impostômetro, que contabiliza impostos pagos pelo contribuinte brasileiro, ultrapassou neste sábado a marca de R$ 385 bilhões pagos apenas em 2018. Suficiente para comprar 391 mil Porsches Panamera.
Não é fácil a vida de quem cuida das contas do governo estadual do Rio de Janeiro: todos os meses precisa juntar uma montanha de dinheiro para pagar salários a 456.100 servidores, ativos e inativos.
Um grupo de grandes empresas americanas – Lockheed Martin, Boeing, SpaceX e Vector – visitou o Brasil em dezembro para negociar o aluguel do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Planejam lançar foguetes e satélites ao espaço na altura do equador.
A maior rejeição à ideia de intervenção federal na segurança pública no seu próprio município é de alunos universitários: 36,4% não querem o Exército em suas cidades. O levantamento é do Paraná Pesquisa.
O transporte de cargas utilizando rios aumentou 31,5% no ano passado em relação a 2016. Foram mais de 37 milhões de toneladas, segundo o anuário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Dependendo do titular, cabia ao Ministério da Justiça manter relações institucionais com os demais poderes, incluindo a articulação política. Isso já não existe. E o que sobra de bom vai para o Ministério da Segurança Pública. A pasta da Justiça perdeu sentido e importância.
Brasília sediará, em abril, o Airport Infra Expo 2018, grande evento de infraestrutura aeroportuária. Roga-se usar capacete ao transitar no aeroporto da capital, onde vez por outra desaba um pedaço do teto.
…dor maior que a derrota por 7x1 para a Alemanha é o Brasil perder para a Argentina no quesito corrupção.
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