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21 de Abril de 2018
Um diplomata do consulado do Brasil em Tóquio levou consigo o companheiro, procurador, beneficiado pela Justiça Federal, em Brasília, por uma decisão que abre sério precedente. De acordo com sentença da juíza Iolete de Oliveira, o procurador nem precisa pedir licença sem vencimentos, como é a regra: poderá atuar remotamente, a 17.700km do local de trabalho, em Brasília, sem prejuízo dos seus salários.
O governo teme o precedente, definindo-se o local de trabalho pela conveniência do servidor e não o interesse da administração pública.
Prevalecendo a autorização do trabalho remoto no serviço público, logo haverá gente partindo para outros países, cidades à-beira-mar etc.
O trabalho remoto foi finalmente regulamentado com a reforma trabalhista do ano passado. Mas só para funcionários privados.
A lei 8.112 proíbe a ausência do servidor por mais de 4 anos. E é preciso a autorização dos presidentes da República, Congresso e STF.
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O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, assumirá em 12 de setembro a presidência da Corte, uma quarta-feira. Neste dia, termina o mandato da atual ocupante do cargo, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha. Nesse mesmo dia assumirá a vice-presidência do STF o presidente do TSE, ministro Luiz Fux. Com isso, a ministra Rosa Weber assumirá o comando da Corte Eleitoral.
Amigos da ministra Cármen Lúcia acham que ela pode surpreender e antecipar a aposentadoria tão logo deixe a presidência do STF.
Antes de presidente do STF, Cármen Lúcia tinha o projeto de advogar em Brasília, após a aposentadoria. Até comprou uma casa, na época.
Rosa Weber será a primeira mulher a presidir o TSE em uma eleição presidencial. Seu vice será o ministro Luis Roberto Barroso.
Foi recebida com choque e indignação, entre magistrados de Brasília, a revelação de que a Polícia Militar do Maranhão foi usada para espionar adversários políticos do governo do ex-juiz Flávio Dino (PCdoB).
O senador Telmário Mota (PTB-RR) ignorou uma cláusula pétrea na política, e botou na cabeça um cocar, na sessão em homenagem aos povos indígenas, quinta-feira (19). Políticos acham que isso dá azar.
Esta coluna já celebra 20 anos informando com coragem, pondo dedos em ferida, contrariando interesses de poderosos que, se ainda estão soltos, não perdem por esperar. Seus seguidores rancorosos até tentam, mas não conseguirão afetar a história de credibilidade escrita ao longo 7.300 edições diárias, 131.000 notícias, milhares de “furos”.
O SBT contratou Débora Bergamasco, uma das mais admiradas jornalistas da sua geração. Ela vai apresentar o programa semanal “O Poder em Foco”, logo após o Programa Silvio Santos. Estreia no dia 6.
Estranho, esse Itamaraty. Nesta sexta (20), Dia do Diplomata, não se tratou de política externa nos discursos do presidente Michel Temer e do chanceler Aloysio Nunes, durante a formatura da turma “Marielle”.
Diplomatas se queixam do cancelamento de uma antiga tradição do Itamaraty: convidar os colegas inativos, residentes em Brasília, para participar das celebrações do Dia do Diplomata. Viraram descarte.
Estudo da FGV/DAPP Report mostrou que na semana da prisão de Lula foram feitas 5,6 milhões de postagens no Twitter sobre o caso. Mas o pico foi quando ele se entregou à PF: 1,33 milhão de tweets.
Contra “castrochavismo”, Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Peru e Paraguai devem abandonar a União de Nações do continente (Unasul). Sobram Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai, Guiana e Suriname.
Quem paga os hotéis de luxo onde ficam os senadores e deputados do PT que se revezam ao microfone, no acampamento pró-Lula?
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