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01 de Dezembro de 2017
O presidente cocaleiro da Bolívia, Evo Morales, o mesmo que mandou seu exército invadir a refinaria na qual a Petrobras investiu cerca de R$3 bilhões, desapropriando-a em seguida, tenta ser recebido pelo presidente Michel Temer, contra quem fez declarações agressivas, para exibir sua melhor expressão de “coitadinho” e pedir reajuste nos valores do Acordo do Gás entre Brasil e Bolívia, que expira em 2019.
Evo Morales pode ser dono de um ar de pés geladíssimos: Michel Temer baixou hospital duas vezes às vésperas de suas visitas.
Nem precisa Evo Morales aparecer em Brasília, no dia 5: Michel Temer fará “cara de paisagem” diante do pires estendido.
A posição do governo é não negociar “politicamente” o acordo do gás. Considera uma transação entre Petrobras e a estatal boliviana YPFB.
O esperto Morales quer o Brasil pagando acima do mercado pelo gás, mas o excesso de oferta tem empurrado os preços para baixo.
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PT e PSDB, quando chefiaram o governo federal, defenderam a mesma coisa que o governo do PMDB, de Michel Temer: a reforma da Previdência. Em 1998, gestão FHC, o governo perdeu por um voto a reforma que fixava idade mínima para a aposentadoria, mas aprovou tempo mínimo de contribuição. Já o governo do PT realizou duas reformas: a primeira em 2003 e a segunda em 2005, concedendo ainda mais benefícios para servidores e multiplicando o rombo em 20 vezes.
Em 2003, o rombo na previdência era de R$ 9,6 bilhões, batendo recordes históricos. O rombo previsto em 2017 é de R$180 bilhões.
Apesar da oposição, a reforma da Previdência do governo Lula, em 2003, teve apoio de 7 de 10 senadores do ex-PFL (atual DEM).
Votaram pela reforma da previdência do PT 18 de 22 senadores do PMDB, 6 de 11 senadores do PSDB, além de todos do PPS.
O faturamento das operadoras de planos de saúde no ano passado, no valor de impressionantes R$178,7 bilhões, obtidos com a exploração cruel e implacável dos brasileiros, é muito maior que o orçamento do Ministério da Saúde (R$125 bilhões), em 2017.
A nova lei dos planos de saúde não os impedirá de explorar a clientela. Ao contrário, até ainda “legaliza” assaltos como os R$9.800 por mês cobrados de quem quiser garantir um hospital melhorzinho.
Não é a toa que o governador de Minas Gerais tirou da secretaria da Fazenda o controle exclusivo do fluxo financeiro do Estado. Enquanto Fernando Pimentel vai a Brasília catar soluções para conseguir pagar o 13º salário, o secretário José Afonso Bicalho passa a semana na Itália.
Para dar credibilidade à própria a pesquisa apontando que no Brasil há 1 milhão de crianças trabalhando, o IBGE deveria ter documentado flagrantes disso em fotos e vídeo. Tem pesquisador duvidando disso.
Vitoriosa na eleição presidencial de 2014, a chapa PT-PMDB negocia parcerias em pelo menos oito Estados, para 2018, apesar do “golpe” denunciado pelo PT em 2016. Estão otimistas em Sergipe e Bahia.
Segundo o deputado Major Olímpio (SD-SP), o governo de São Paulo mentiu ao “empossar” 1.240 novos policiais civis: 281 não assinaram a posse. Dos 959 que assinaram, 186 já eram policiais. “Logo, a Polícia Civil recebeu, de fato, 773 novos integrantes”, diz.
Nove senadores do PT assumiram a paternidade de 197 emendas para tentar desfigurar a reforma trabalhista. O senador Jorge Viana (AC) é o único petista que não apresentou qualquer emenda.
O Brasil levou trinta anos para proibir o amianto na produção de telhas e caixas d’água. Nos Estados Unidos, o amianto é banido desde 1989. Em outros 50 países, também.
Ainda é do PSDB a reforma da previdência de 1998 que baixou a idade de aposentadoria e fez o rombo explodir?
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