07 de Novembro de 2017
O presidente cocaleiro boliviano Evo Morales, que é amigo do ex-presidente Lula, foi advertido de que o governo brasileiro cancelará sua visita em caso de hostilidades na agenda ou em caso de declarações sobre política interna brasileira. Sua visita, semana passada, foi adiada de última hora em razão dos problemas de saúde que resultaram na cirurgia do presidente Michel Temer. Nova data vem sendo negociada.
“Soubemos de um ato político e avisamos que isso não seria bem recebido”, informou fonte altamente qualificada do Palácio do Planalto.
A advertência do Brasil à Bolívia, clara, dispensou carta ou ofício: foi tema de conversa entre diplomatas de ambos os países.
Morales é do grupo de semi-ditadores populistas “bolivarianos”, aliados do PT, que usam a democracia para destruí-la e se manter no poder.
Morales tem afrontado o Brasil desde sua posse, desde quando invadiu com tropas a refinaria da Petrobras, de R$5 bilhões, e a “nacionalizou”.
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O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que deseja disputar a presidência da República, desafia o PSDB a escolher pelo voto direto o seu candidato em 2018. “Cada filiado um voto”, propõe. O paulista Geraldo Alckmin é contra. Prefere o sistema em que voto de deputado vale mais que voto de filiado anônimo. Tucano histórico, Virgílio confia na sua pegada: foi uma das línguas mais temidas pelo PT, no Senado.
“Se o Alckmin não enfrenta disputa com 1,3 milhão de eleitores, como vai encarar a eleição com 145 milhões de votantes?”, provoca Virgílio.
O prefeito paulistano João Dória também pretende a indicação, e pior: aparece nas pesquisas com desempenho bem superior ao de Alckmin.
Derrotar Arthur Virgílio no Amazonas foi ordem expressa de Lula em várias eleições, tal o horror que o ex-presidente tem pelo tucano.
De janeiro a outubro, a Caixa arrecadou R$10,9 bilhões com loterias, mas só distribuiu R$361 milhões em prêmios. A Caixa faz até lobby no Congresso para fazer segredo dos ganhadores, o que é muito suspeito.
Em artigo para o site Diário do Poder, ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Almir Pazzianotto Pinto observou que os ministros do Supremo Tribunal Federal mudaram de atitude, após a transmissão das sessões pela TV: “A modéstia deu lugar à vaidade”.
Presidente da Associação de Juízes Federais, Roberto Veloso avalia que a transmissão ao vivo das sessões do STF é constitucional, mas não comenta a crítica da mudança de comportamento dos ministros.
Presidente do ex-PTN, agora “Podemos”, a deputada Renata Abreu (SP) gastou mais de R$375 mil com passagens aéreas desde 2015. E mais R$106,3 mil alugando carros com dinheiro público, por 29 vezes.
O Delegado Waldir (PR-GO) é o deputado federal em atividade que menos gasta dinheiro público, ressarcindo as próprias despesas: R$29.122,48 este ano. Uma ninharia, para os padrões da Câmara.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), pagou o ônibus dos alunos que fizeram a prova do Enem, em São Luís. Em campanha para a difícil reeleição, avisou no Twitter: em 2018, “ano eleitoral”, destacou, os ônibus vão buscá-los em casa e todos terão direito a “open bar”.
O ex-deputado Eduardo Cunha, que prestou depoimento ontem, impressionou pelo conhecimento do próprio caso. Ele cita de memória o número de página, entre centenas, onde está cada documento.
No primeiro dia do “esforço concentrado” marcado para tentar garantir folga de uma semana, apenas 170 deputados apareceram na Câmara e só 140 foram ao plenário até 19h. Foi 2ª-feira como outra qualquer.
Após o depoimento de Eduardo Cunha, o que vale mais: silêncio comprado ou delação adquirida?
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