Publicidade
08 de Fevereiro de 2018
Sob investigação da Polícia Federal, do Ministério Publico e do Tribunal de Contas da União (TCU), o esquema do seguro obrigatório DPVAT é pago obrigatoriamente a uma “Seguradora Líder”, que se encarrega de dividir com 86 empresas os mais de R$ 9 bilhões que deve arrecadar, por exemplo, em 2018. Além de apurar eventuais crimes, esses órgãos federais têm o desafio de acabar de vez com o monopólio da “Líder”.
Após investigações da PF e do Ministério Público Federal, o DPVAT caiu de preço: de R$105 desde 2015 foi caindo até os R$48 em 2018.
A redução do DPVAT apenas chamou atenção para a cobrança abusiva das seguradoras até 2015, quando começou a ser reduzido.
Desde que foi criado em 1974 por empresários espertos do ramo de seguros, o DPVAT faturou mais de R$220 bilhões (não atualizados).
O deputado Vitor Valim (MDB-CE) foi o primeiro apontar irregularidades na Seguradora Líder, a “dona” do DPVAT, ao Tribunal de Contas.
Publicidade
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, abandonou a posição medrosa em relação à reforma da Previdência, apesar de defendida no programa do partido que preside, e desceu do muro para se engajar na sua aprovação. Reuniu a executiva do PSDB e arrancou a decisão de fechar questão em torno do tema. Nesta terça (6), esta coluna revelou que o Planalto andava inconformado com a omissão de Alckmin.
Com a adesão de Alckmin à reforma, o governo já conta com 35 a 38 votos, “talvez mais”, dos 45 votos do PSDB na Câmara dos Deputados.
O Planalto não entendia o desleixo de Alckmin: ele domina o assunto e sabe, como governador, que é urgente a reforma da Previdência.
Alckmin só havia se manifestado sobre o tema há dois meses, quando o presidente Michel Temer ameaçou excluir os Estados da reforma.
O flagrante em um posto Petrobras vendendo gasolina brasileira no Paraguai a R$2,45 (aditivada, R$2,62) indignou o brasileiro que gravou o vídeo, durante viagem de compras: “É roubo!”. Está coberto de razão.
Para o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), o governo ainda não tem os 314 votos que o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) disse ter, na Câmara. “Mas temos perspectiva de conquistá-los”, disse.
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) sugere uma troca justa: quem defende a ditadura de Nicolás Maduro se mudaria para a Venezuela e, “em troca, receberíamos aqui as vítimas daquela ditadura”.
Fez bem o governador Rodrigo Rollemberg demitindo o diretor do DER-DF, Henrique Ludovice, por não cuidar da manutenção do viaduto da Galeria dos Estados. Deveria tê-lo demitido terça, no local do acidente.
Surge outro candidato ao lugar Antônio Oliveira Santos, presidente há 35 anos da Confederação Nacional do Comércio: José Roberto Tadros, do Amazonas, jura que já tem apoio de 18 de 27 federações estaduais.
Decreto proibiu os servidores federais comprar passagens na 1ª classe e na classe executiva em viagens a serviço, no exterior ou no Brasil. O conforto estava garantido a ministros e a membros do MPF.
O secretário de Infraestrutura Cultura do Ministério da Cultura, Alfredo Bertini, ficou impressionado com a popularidade de ACM Neto (DEM), prefeito de Salvador, durante a inauguração da Casa do Carnaval.
A CNI divulgou estudo, em parceria com a Ernest Young, sobre o peso dos impostos para empresas: a média mundial é 22,9% contra 34% no Brasil. Apenas trinta países têm carga tributária superior a 30%.
...com os juros em 6,75%, Temer já pode usar o bordão “nunca antes na história deste País”.
Publicidade
busca
colunas anteriores

 
Busca
Redes sociais
@diariodopoder
© 1998 - 2018 - Todos os direitos reservados