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08 de Março de 2018
Para o Planalto, os “inquéritos paralelos” ordenados pelo ministro Luís Barroso, do STF, sobre supostos vazamentos, revelaria a fragilidade da acusação contra o presidente Michel Temer, de haver assinado decreto beneficiando a empresa Rodrimar, que atua no porto de Santos. O governo acha que como a tendência do inquérito principal seria isentar Temer, restariam outros dois, vinculando-o a supostos vazamentos.
Para ministros do STF, Barroso deveria apresentar indícios devastadores contra Temer que justifiquem a quebra de sigilo. Devastadores mesmo.
Havendo indícios devastadores contra Temer, a procuradora-geral Raquel Dodge não teria chamado a quebra de sigilo de “desnecessária”.
O Planalto soube que Barroso ficou irritado com a reação de Temer ao desdenhar da quebra de sigilo, quando prometeu divulgar seus extratos.
O governo sustenta que não houve benefício a Rodrimar. “É um crime de assassinato sem corpo de vítima”, ironiza o ministro Carlos Marun.
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O desmantelo nas contas públicas do governo do Rio de Janeiro já foi sentida pelos membros da intervenção federal na segurança do Estado. Na Polícia Militar, principal alvo da medida, há coronéis recebendo até 50% mais que o soldo mensal do general de Exército Braga Netto, que está no topo da carreira. O salário no teto constitucional, algo impensável em patentes superiores nas Forças Armadas, é corriqueiro na PM do Rio.
No final da carreira, o salário do general Braga Netto gira em torno de R$ 22 mil. Já o de coronéis na PMERJ atinge os R$33 mil mensais.
Em 2016, no Rio, havia 230 coronéis na ativa e 1.045 aposentados. O salário médio de R$26,5 mil é superior aos vencimentos dos generais.
Durante o governo de Sérgio Cabral, condenado a mais de 100 anos de prisão, a PMERJ chegou a ter 36 coronéis sem função definida.
Políticos e partidos cometem desatinos, a Justiça Eleitoral os condena a pagar multas, e adivinha para onde vai esse dinheiro? De volta para os partidos e os políticos. Só em janeiro faturaram R$1,2 milhão com isso.
Relatório do Banco Mundial conclui que uma nova abertura da economia, como aquela promovida no governo Fernando Collor, retiraria da pobreza mais de 6 milhões de pessoas. O documento cita a liberalização da era Collor como exemplo de promoção de ganhos para os mais pobres.
Pense num absurdo e na Justiça do Trabalho haverá precedente: um empregador, coitado, foi obrigado a reintegrar uma funcionária que pediu demissão e depois “descobriu” que estava grávida. #maisreformaja.
Só auxílio-moradia de juízes e promotores custa mais de R$1,6 bilhão ao contribuinte todos os anos, diz o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele apresentou PEC que acaba com esse auxílio para todas autoridades.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), chegou a insinuar, quando sondagens internas lhe davam 5%, que disputaria o Planalto se tivesse no mínimo 10%. Na pesquisa CNT/MDA, ele aparece com 0,6%.
Apenas um servidor do Inmetro já embolsou R$97,6 mil em diárias em 2018, fora o salário, para prestar "serviço" para o governo federal no exterior. No total, já foram gastos mais de R$ 18,6 milhões com diárias.
Visita íntima é uma liberalidade de quem administra os presídios. Eles deveriam ser chamados a explicar os motéis na cadeia de Benfica. O benefício não prevê o uso do espaço para prostituição.
Ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é o primeiro pré-candidato a presidente convidado da Câmara de Comércio Brasil-EUA para debate com empresários. Será dia 13, às 9h, na Amcham em São Paulo.
...Dilma à parte, é tão irrisória a participação feminina nos desacertos nacionais que o Brasil estaria bem melhor com mais mulheres na política.
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