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09 de Maio de 2018
Pré-candidatos, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) serão os maiores “herdeiros” dos votos abandonados pelo ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa. Estima-se que Joaquim “roubava” ao menos três pontos percentuais de Bolsonaro e outros dois de Marina. A avaliação é de especialistas em levantamentos eleitorais, como Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisa. Agora, ambos devem recuperar aqueles votos perdidos e ganhar a maior parte do restante do eleitorado órfão.
Geraldo Alckmin apalavrou com Márcio França, em 2014, que o PSB indicaria seu vice em 2108. Mas Joaquim fez o PSB sonhar mais alto.
O ex-ministro Aldo Rebelo era opção do PSB para vice de Alckmin. Com a chegada de Joaquim, Aldo saiu. E o PSB perdeu os dois.
Nenhum inimigo faria tanto mal ao PSB: Joaquim deixou o partido sem opções relevantes, para presidente ou para vice, na eleição de 2018.
Em escala muito menor, Ciro Gomes (PDT) também herdará uma beirada dos votos. Já o PT, que odeia Joaquim, não estará no espólio.
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Acordão no governo Dilma, prorrogado no governo Temer, liberou empresas aéreas da retenção de tributos na fonte, na venda de passagens ao governo, usando uma medida provisória malandra e sofisticada. Foram R$45 milhões não retidos na fonte em quatro anos, dinheiro em caixa, para giro, como queriam as empresas aéreas. A MP é malandra porque o governo não fiscaliza tributos pagos depois. A Latam se manifestou: garante honrar todas as obrigações tributárias.
A MP de Dilma dispensou a retenção até dezembro de 2017 e o lobby das aéreas garantiu outra MP, de Temer, estendendo o prazo até 2022.
A liberação vale só para venda direta de passagens, mas a compra é feita por uma empresa de tecnologia, usando o cartão corporativo.
Além de não reter impostos, o uso de cartão corporativo no pagamento faz das empresas aéreas os únicos fornecedores a receberem à vista.
Parecer da procuradora-geral Raquel Dodge ao Supremo é contrário à pretensão da estatal Telebrás de manter o suspeitíssimo contrato com a americana Viasat para explorar (e ganhar bilhões) o satélite que custou R$ 2,8 bilhões ao Brasil. A Telebrás já perdeu quatro recursos.
Perdendo todas na Justiça, Lula anda tão mal assessorado que achou relevante acusar o juiz Sérgio Moro de “desacatar” o STF. Os ministros não caíram na tola tentativa de cizânia. E perdeu de novo.
Presidente da “agência reguladora” ANS, Leandro Fonseca irá nesta quarta à Câmara. Os deputados deveriam chamá-lo na chincha para explicar por que ANS alegra planos de saúde martirizando os clientes.
Além do prejuízo bilionário ao País, os Correios lesam os cidadãos na pessoa física. Os cariocas do CEP 22030-001 e de dezenas de outros ficaram doze dias sem receber correspondência, sob alegação risível de “falta de pessoal”. Terão de pagar suas contas com atraso. E juros.
A BR Distribuidora, que atua como atravessadora como qualquer outra do ramo, contribuindo para aumentar o valor final dos combustíveis, teve no primeiro trimestre de 2018 lucro de 58% maior que em 2017.
Um debate com o ex-presidente do STF Sepúlveda Pertence, nesta quarta (9), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em Brasília, às 19h, marcará um lançamentos editorial fundamental: o livro “Tanques e Togas - O STF e a Ditadura Militar”, do jornalista Felipe Recondo.
Empolgou o governo o desempenho do ministro Eduardo Guardia (Fazenda) na audiência de ontem, sobre a privatização da Eletrobras. “Diminui mitos e cresce a verdade”, disse Darcísio Perondi (MDB-RS).
João Amoêdo, do partido Novo, será o terceiro pré-candidato a debater na Câmara de Comércio Brasil-EUA. Está marcado para segunda-feira (14), às 10h, na sede da Amcham em São Paulo.
…o eleitorado de Joaquim Barbosa é a viúva Porcina, aquela que foi sem nunca ter sido: abandonados pelo candidato antes da campanha.
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