09 de Novembro de 2017
A presença ambígua do PSDB no governo está com os dias contados: o presidente Michel Temer decidiu dar xeque-mate no tucanato já nos próximos dias. É que, apesar de controlar 4 importantes ministérios, o partido contribui apenas com 20 votos na bancada de apoio ao governo na Câmara dos Deputados. Temer vai se livrar do PSDB antes de virar alvo de uma saída pirotécnica do partido do governo, em dezembro.
Tucanos que fingem não serem governistas articulam uma espécie de “bananaço” a Temer, durante a convenção nacional de dezembro.
Além de adorar o “muro”, o PSDB não suportava a vida de oposição, longe dos cargos públicos federais. Com Temer, ganhou mais de 1000.
Partidos mais leais a Temer, como PP e PMDB, cobram uma atitude em relação ao PSDB desde a primeira denúncia contra o presidente.
O PSDB pediu “paciência” a Temer até sua convenção de dezembro, quando elegerá a nova direção. O presidente desistiu de esperar.
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A Advocacia-Geral da União (AGU) se prepara para entrar no Supremo Tribunal Federal com uma Ação de Declaração de Constitucionalidade (ADC), a fim de sepultar a pregação de magistrados ativistas contrários à modernização da legislação trabalhista. Há juízes e entidades que os representam tachando a reforma trabalhista de “inconstitucional”, mas não a questionam no STF. A ação provocará a Corte a se posicionar.
Se a CLT foi criada por decreto-lei de um ditador, a reforma trabalhista é a primeira lei democrática no setor, aprovada no Congresso Nacional.
A nova legislação trabalhista entra em vigor neste sábado (11), depois de sancionada pelo presidente Michel Temer.
A sindicalização da magistratura tenta convencer juízes a cometer o crime de desobediência, boicotando ou burlando a nova legislação.
O governo decidiu fazer alguma reforma da Previdência do que nenhuma reforma, por isso vai focar o fim de privilégios no setor público, como aposentadoria integral e “pecúnia”, entre muitas outras.
Só a adequação das rodovias à demanda nacional custaria R$294 bilhões, segundo a Confederação nacional dos Transportes (CNT). Incluindo ferrovias, hidrovias e malha aérea, vai a R$987 bilhões.
A presidente do PT e réu na Lava Jato, senadora Gleisi Hoffmann (PR) gravou vídeo para pedir doações para bancar a “caravana de Lula” já que o PT “não tem mais doações externas ao partido”, explica ela.
O novo diretor-geral da Polícia Federal, delegado Fernando Segóvia, tinha fama de boa praça na UnB, onde estudou Direito, e de zagueiro de bom nível técnico, nas peladas com colegas advogados de Brasília.
O ex-ministro José Dirceu nega que tenha sido alvo de hostilidades de frequentadores de uma hamburgueria de Brasília, na companhia da filha pequena. Até porque nunca esteve no local.
O acreano José Júnior criou uma “Ideia Legislativa”, no site do Senado, que é ótima: o fim de todas as regalias a políticos. “O cidadão paga contas com o próprio salário, políticos também deveriam”, diz.
O deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu a “inviolabilidade do direito à vida”, desde a fecundação do óvulo, no parecer sobre a PEC que amplia a licença maternidade, proibindo todo tipo de aborto.
De olho no voto de funcionários públicos, a deputada Erika Kokay (PT-DF) propôs lei para pagar um salário a comissionados demitidos. “São os trabalhadores com menos direitos reconhecidos”, tenta justificar.
...após o “saidão” de presos, o Brasil inventou a “cadeia rapidinha” até para presos em flagrante, como no caso do ladrão de 29 celulares.
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