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10 de Março de 2018
O PT continua retomando o poder na Caixa. Após o presidente Michel Temer terceirizar ao banco oficial a nomeação dos próprios dirigentes, o seu presidente Gilberto Occhi tornou vice-presidente Corporativo o ex-diretor do governo do PT na Caixa Jair Mahl. A designação de Mahl deixou chocados os funcionários da Caixa. Era do Mahl a área de grandes negócios na Caixa, de clientes como JBS e Odebrecht.
O petista que virou vice-presidente da Caixa ganhou confiança Lula no esquema montado para financiar a obra do estádio do Corinthians.
O ministro Moreira Franco já teve um “papo reto” com Occhi sobre a volta de petistas ao comando da Caixa, mas isso parece ter sido inútil.
Gilberto Occhi nomeou diretor de Negócios da Caixa o petista Luis Antonio Tauffer Padilha, ex-braço direito de Gleisi Hoffmann (PT-PR).
Roney Granemann ganhou a diretoria de Gestão de Pessoas da Caixa, com o beneplácito do conselho de administração, que Occhi controla.
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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), provocou risos e até estupefação, esta semana, no Planalto, quando atacou a lei 8.666, que disciplina as licitações públicas. A critica à lei ocorreu durante a reunião convocada pelo presidente Michel Temer com prefeitos das capitais, com o objetivo de discutir ações de segurança pública. “Essa lei tem o nome da besta”, disse ele, referindo-se à lei “oito meia meia meia”.
O desabafo do prefeito de Porto Velho causou estranheza porque até 2013 ele integrava o Ministério Público de Rondônia.
O pastor Marcelo Crivella, prefeito do Rio, pediu a palavra na reunião do Planalto para dar uma explicação bíblico-matemática, sobre o tema.
Na visão de Crivella, 666 é o número da besta. E tenta explicar: 3 é a divina trindade; 6 é o dobro de 3, comprovando o dedo do mal na lei.
Assessores do Palácio do Planalto criaram uma expressão para se referir a medidas do ministro Luís Roberto Barroso que eles consideram injustas contra o presidente Michel Temer: “barrosada”.
Num primeiro momento, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (RJ) leva mais deputados para o PSL, seu novo partido, que Rodrigo Maia foi capaz de levar para o DEM, após anunciar candidatura a presidente.
O ataque fascista do MST à gráfica do jornal O Globo lembra o episódio em que o “dispositivo militar” do ex-presidente deposto João Goulart invadiu a redação do mesmo jornal e impediu sua publicação.
O deputado Celso Pansera (RJ), que o super-doleiro Alberto Youssef chamou de “pau mandado” do ex-deputado e presidiário Eduardo Cunha, é a nova aquisição da bancada do PT na Câmara.
O prefeito de Salvador, ACM Neto, agora presidente nacional do DEM, ainda está em dúvida se vai renunciar em abril para disputar o governo da Bahia, em outubro. O suspense também ajuda sua pré-candidatura.
Finalmente uma empreiteira enrolada na Lava Jato, a Mendes Júnior, foi considerada inidônea. Está impedida pelo Tribunal de Contas da União de celebrar contratos com o poder público por três anos.
A desconfiança na lisura da distribuição eletrônica de ações judiciais fez o deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA) criar projeto para abrir o código do software. Em vez de transparência, facilita a vida de hackers.
Atualmente, todos os motoristas são obrigados a contratar a Líder para pagamento do DPVAT. Alvo de investigações do Tribunal de Contas da União, o DPVAT rende à seguradora, atualmente, R$ 5 bilhões anuais.
...projetos para impedir “abusos” na concessão de auxílios-moradia do setor público não fazem sentido: abusiva é a própria regalia.
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