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11 de Maio de 2017
O ex-presidente Lula protagonizou ontem, em Curitiba, um caso típico de “se gritar, não fica um meu irmão”: ele se fez acompanhar de impressionante número de acusados de crimes no âmbito da Lava Jato. Se forem considerados culpados os 13 políticos que aparecem com Lula em apenas uma das fotos divulgadas pelo PT, podem somar mais de 300 anos de cadeia. Só Lula está sujeito a 124 anos de prisão.
No “grupo dos 13”, dez são acusados de corrupção passiva, quatro de lavagem, além de organização criminosa e tráfico de influência
Estavam em Curitiba enrolados como Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, Miguel Rossetto, Jorge Viana, Lindbergh Farias e Marco Maia.
Outros do “grupo dos 13: Jandira Feghali, Maria do Rosário, Vicentinho, José Guimarães, José Mentor, Zeca Dirceu e Carlos Zarattini.
Mostrando desapreço pelo dinheiro público, os parlamentares petistas foram a Curitiba usando passagens pagas pela Câmara e Senado.
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O hospital público de Santa Maria (DF) tinha 384 leitos e 58 UTIs, em 2010. Não havia filas, o atendimento era elogiado e não faltavam remédios, materiais, nada. Custava R$11 milhões por mês ao governo. Uma conspiração de sindicalistas e procuradores expulsou de Brasília a entidade sem fins lucrativos que o administrava. Hoje o hospital tem 79 leitos e 12 UTIs. Faltam remédios, médicos, material, tudo. Sobram filas às vezes de 10 horas. E o custo mensal dobrou: R$23,7 milhões.
A gestão de Santa Maria, antes de sua destruição, era semelhante à que do Sírio Libanês e do Hospital Sarah; casos de sucesso.
Sindicalistas e membros do MP-DF e do MP de Contas têm se reunido para discutir formas de impedir organizações sociais de gerir hospitais.
A preocupação dos conspiradores não é com saúde pública melhor e mais barata, dizem especialistas, mas em não perder poder.
O PSDB não deve renovar o apoio ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), parceiro dos tucanos no estado em 2014. “O PSDB vai construir um caminho próprio no Maranhão”, confidenciou à coluna o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do partido.
Os cerca de 7 mil petistas que invadiram Curitiba, se tanto, podem ser considerados um fracasso para o partido com quase 1,8 milhão de filiados, cujo líder e guru está a um passo de ser preso por corrupção.
Dos 58 deputados do PT, só 26 registraram presença no plenário nesta quarta. Puxados pelos líderes Carlos Zaratini (SP) e José Guimarães (CE), a petelhada embarcou para Curitiba em pleno horário comercial.
Se o presidente cair, a esta altura do mandato, haverá eleição indireta para o seu sucessor, mas no Amazonas a eleição será direta, para um mandato de apenas um ano e meio. E por decisão do TSE.
Lojistas adoram o Dia das Mães, que só perde para o Natal, mas, para o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, o governo é que fatura: os impostos representam até 79% do preço final dos presentes.
O presidente Michel Temer recebe hoje, às 17 horas, a mulher do líder oposicionista na Venezuela, Leopoldo Lopez. Lilian Tintori irá acompanhada do deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR).
Delator do mensalão, Roberto Jeferson (PTB) está na cidade de Fátima (Portugal), onde espera receber do papa Francisco uma benção para uma cirurgia à qual se submeterá. O petebista enfrentar um câncer.
Pesquisa informal realizada via Twitter do Diário do Poder, sobre a eleição de 2018, mostra que candidato “não-político” lideraria com 46% da preferência dos entrevistados. Votos nulos e brancos teriam 26%, seguidos por um tucano (17%) e um petista (11%).
Hoje vivendo sozinho, Lula trocaria prisão domiciliar por cadeia fechada, com a companheirada da penitenciária de Curitiba?
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