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11 de Maio de 2018
Um prédio de 24 andares desabou em São Paulo, matando um número incerto de pessoas, mas o governo federal não sinaliza iniciativas para evitar nova tragédia, que são iminentes. A Secretaria do Patrimônio da União (SPU) até agora não produziu um plano de manutenção ou de emergência, dos 153 prédios federais vazios no País, sem destinação, sem manutenção, à espera da próxima invasão. E da próxima tragédia. A SPU se recusou a responder às indagações da coluna sobre o tema.
Dos 153 prédios abandonados do governo federal, 35 apresentam risco de desabamento, segundo alertam laudos técnicos da própria SPU.
Somente na cidade de São Paulo há sete prédios federais em situação de desabamento iminente, conforme já advertiu a área técnica da SPU.
O chefe da SPU, Sidrak de Oliveira, ligado a Romero Jucá (MDB-RR), é homem de uma ideia só: acionar o Exército para acabar as invasões.
No Rio, espanta como ainda está em pé o edifício A Noite, do governo federal, em frente ao Museu do Amanhã, abandonado há décadas.
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Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e advogado admirado em Brasília, Roberto Caldas denunciou em nota ameaças da ex-mulher de tornar pública a briga conjugal. Ela o acusa de agressão física e até de assédio sexual, o que ele nega. A Justiça rejeitou duas vezes “medidas protetivas” que ela solicitou. Ele afirma que sua preocupação é com filhos menores.

Em sua nota, Roberto Caldas diz que a ex-mulher o ameaça para constrangê-lo a aceitar “acordo financeiro absolutamente escorchante”.

A ameaça da ex-mulher, com quem esteve casado até dezembro, diz Roberto Caldas, é “publicizar desavenças conjugais”. É que a revista Veja publica esta semana reportagem em que ela o acusa de agressão e violência sexual.

O advogado hesitou em divulgar nota em razão dos dois filhos menores com a ex-mulher e com uma filha adolescente dela. 
Muitos apostaram que a Segunda Turma do STF aliviaria a prisão do ex-presidente Lula, condenado a 12 anos 1 um mês por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Todos queimaram a língua.
Planos de saúdem viraram caso de polícia. Um leitor do Rio, cliente da Sul-América Saúde, conseguiu pagar só no dia 5 o boleto vencido no dia 1º. Teve de pagar multa de 2% e juros de 6,68% ao dia, por dia de atraso. Indignado, ele vai à polícia se queixar do crime de usura.
A Petrobras não é acusada de ganância e exploração apenas pelos consumidores de combustíveis. Empresas de manutenção de rodovias ameaçaram parar as obras em protesto contra o aumento abusivo de 18% do cimento asfáltico, que representa até 40% dos custos de obras.
O tucano Geraldo Alckmin sinaliza a entronização do “paulistério”, caso vença. A área de comunicação da campanha é “puro sangue” paulista. Atrás nas pesquisas, Alckmin precisa ampliar apoio e não restringi-lo.
A Força Aérea Brasileira realizou mais uma missão de transporte de órgãos. Na madrugada de quinta (10), o 1º Esquadrão de Transporte Aéreo levou um fígado de Belém (PA) para Rio Branco (AC), num C-97.
O ministro Vital do Rêgo, do TCU, investigará se a cobrança por malas barateou as passagens aéreas. A resposta é: não barateou. A “agência reguladora” Anac inventou isso para o País engolir a presepada. É preciso investigar também as relações da Anac com empresas aéreas.
O senador Romário (PSB) lidera pesquisa estimulada para o governo do Rio (24,8%), segundo levantamento do Paraná Pesquisas. Ele é seguido de Eduardo Paes (MDB), com 13,5%, Garotinho (PR), 11,2%, Índio da Costa (SD), 8,2%, e Miro Teixeira (PDT), com 6,2%.
Se optar por disputar uma vaga no Senado, o advogado Henri Clay Andrade terá de deixar a presidência da OAB de Sergipe até 7 de junho. Ele se filiou ao PPL e poderá disputar a eleição aliado ao PSB.
...candidaturas proporcionais foram lançadas ontem, em todo o país. Nada deve mudar.
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