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13 de Maio de 2017
Mônica Moura pode ter documentado o envolvimento da ex-presidente Dilma Rousseff no esquema criminoso de utilização de recursos do caixa 2. Ela revelou que durante a campanha de reeleição, em 2014, foi solicitada a ressarcir uma funcionária do Palácio Alvorada, Marly Ponce Branco, que havia pago R$ 6 mil pelos serviços de Celso Kamura, cabelereiro de Dilma. Pagamento foi feito mediante depósito bancário.
As autoridades terão facilidade de comprovar se a acusação de Moura é verdadeira. Comprovante de depósito bancário é prova contundente.
Pagar despesas pessoais de Dilma com dinheiro oriundo da corrupção é a acusação mais grave que pesa contra a ex-presidente.
Ao ouvir a informação preciosa de Mônica Moura, uma procuradora que a interrogava não se conteve e exclamou: “ótimo!”
Marly Ponce Branco era assessora especial de Dilma desde os tempos em que ela foi ministra da Casa Civil. Cuidava até das roupas de Dilma.
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As delações de João Santana e de sua mulher Mônica Moura, as mais devastadoras contra Lula e Dilma na Lava Jato, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo deve passar de chefe da Polícia Federal a investigado. Mônica contou que Dilma repassava a ela informações de Cardozo sobre a investigação contra o casal. O criminalista Tyago Lopes de Oliveira ressalta que é crime previsto no Art. 325 do código penal vazar informações sigilosas obtidas em decorrência do cargo.
O Art. 325 do código penal estabelece prisão de até 2 anos para o condenados por vazar informações obtidas em decorrência do cargo.
Mônica disse que Dilma ligou para João Santana em 21 de fevereiro para informar que seriam presos, o que aconteceria no dia seguinte.
Cardozo parecia atônito ao falar à Rádio Bandeirantes, ontem, de Londres. Mas confirmou que passava a Dilma o que recebia da PF.
Mônica Moura revelou que sempre acompanhava João Santana nas reuniões do Alvorada, e tinha acesso à rede de internet wi-fi pessoal de Dilma. “O computador é a principal prova que tenho”, disse ela ao MPF.
Odebrecht queria que João Santana e Mônica Moura convencessem Dilma a ordenar o então ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) para interferir e tentar invalidar provas contra a Odebrecht vindas da Suíça.
Foi de autoria do deputado José Rocha (PR-BA) o relatório que isentou de qualquer indiciamento ou de aprofundamento de investigação o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na CPI do BNDES.
O próprio ministro Raul Jungmann (Defesa) alertou os correligionários sobre os riscos do maior ataque cibernético da história, ocorrido nesta sexta (12): “evitem sites não-confiáveis e mensagens desconhecidas”.
Não chegou a 400 curtidas nas redes o documento intitulado “365 direitos perdidos”, publicado por Dilma para (continuar) a denunciar a “ruptura democrática” no país. Ninguém deu muita atenção.
Ganhou 115 mil assinaturas em uma semana um abaixo-assinado no site Change.org que pede projeto de lei para que ministros Supremo Tribunal Federal sejam escolhidos através de concurso público.
O senador Pedro Chaves (PSC-MS) articulou a liberação de R$ 175 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento para revitalizar o Centro da capital sul-mato-grossense, Campo Grande.
O presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), confirmou notícia antecipada há cinco dias nesta coluna: a executiva do partido deve fechar questão para aprovar a reforma da Previdência na Câmara.
...nos vídeos, Mônica Moura e J.Santana não parecem “pressionados” a contar tudo, como disse Dilma. Estão até bastante à vontade
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