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15 de Abril de 2018
Envolvido em um esquema de corrupção na Secretaria de Saúde do Maranhão, no governo Flávio Dino (PCdoB), o médico Mariano Castro Mendes foi encontrado morto. A primeira versão foi suicídio. Ele estava em prisão domiciliar e deixou um diário detalhando o esquema de corrupção, segundo fontes do Maranhão. No Estado e em Teresina, onde o médico vivia, muitos acham que foi “queima de arquivo”.
O senador Roberto Rocha (PSDB-MA) pediu ao ministro da Justiça a Polícia Federal investigando as circunstâncias do suposto suicídio.
No pedido de investigação externa, Roberto Rocha ressalta o trecho em que Mariano Mendes desabafa: “a culpa não pode ficar só comigo”.
A morte do médico ocorreu dois dias depois da divulgação de uma carta de próprio punho relatando seu esquema na Saúde do Maranhão.
A carta do médico está sob exame minucioso das autoridades policiais, em busca de pistas que as levem a eventuais responsáveis pela morte.
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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) pagou o mico de “estar” presidente da República por algumas horas, enquanto o titular do cargo, Michel Temer, dava um pulinho em Lima para participar da Cúpula das Américas. Tão pouco tempo só daria mesmo para que Cármen Lúcia, fosse seu feitio, chamasse amigos e parentes para fazer fotos de recordação no gabinete do 3º andar do Planalto, e nada mais.
Essa tolíssima interinidade foi criada há séculos, quando dignitários em viagem passavam semanas em alto mar, incomunicáveis.
Países sérios não cogitam, nem de longe, que chefes de Estado e de governo em viagem ao exterior abandonem suas responsabilidades.
Até hoje, ninguém questionou a validade dos atos firmados lá fora pelo presidente em viagem. Afinal, o presidente de fato ficou em Brasília.
Mudando de ideia sobre prisão em segunda instância, o STF daria um mau passo na consolidação das leis penais, com tanta impunidade reinante, e negaria perenidade à própria interpretação que faz das leis.
Um mês após o crime, a ONG Anistia Internacional cobra “agilidade” nas investigações da morte de Marielle Franco. Já a crise humanitária na Venezuela bolivariana, há um mês não é assunto para a ONG.
O publicitário André Gustavo, que chegou a ser preso na Lava Jato, tem dito que acertou na loteria ao contratar o advogado José Diniz. Está muito a grato a ele: “tem muito conversador por aí, mas ele é sério, competente e disponível! Melhor que a maioria dos figurões.”
O ex-ministro Aldo Rebelo se filiou ao Solidariedade após Joaquim Barbosa, ministro aposentado do STF, ingressar no PSB para disputar o Planalto. Barbosa sempre manifestou solene desprezo por partidos.
No sistema distrital misto, que voltará à pauta no Congresso, o membro do parlamento é eleito individualmente nos limites geográficos de um distrito. Vence o mais votado, por maioria simples ou absoluta.
Para os investidores, o pior cenário na Bolsa de Valores e no câmbio no Brasil é a eleição de Ciro Gomes (PDT) para presidente. Segundo a XP Investimentos, mais de 65% deles apostam em dólar acima de R$ 4,10 e bolsa abaixo de 70 mil pontos em caso de vitória do ex-ministro.
Termina neste domingo (15) o prazo para que o governo Temer envie ao Congresso o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2019. Mas como é fim de semana, detalhes só na semana que vem.
O deputado Cabo Sabino (PR-CE) quer autorizar que tempo na polícia passe a contar como “atividade jurídica”. Na prática, não passa de uma manobra para facilitar o ingresso de policiais na magistratura.
Será tão revelador quanto o best-seller de James Comey, ex-chefe do FBI de Donald Trump, o livro do Leandro Daiello, ex-diretor da PF nos governos Dilma e Lula?
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